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Dicas e Cuidados

Como Cuidar dos Gerânio!

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É uma planta de fácil cultivo, que necessita de muita luz direta para seu desenvolvimento e florescimento.

Quando falta a luz necessária, a planta começa a esticar-se na sua busca por ela, gastando energia no processo e não florescerá.

Cultive seus gerânios em canteiros arejados, sem plantas amontoadas, com solo permeável, profundo e com boa drenagem.

O substrato de cultivo deverá ser uma mistura preparada com húmus de minhoca, farinha de ossos, areia e adubo granulado NPK formulação 4-14-8. A planta se desenvolve melhor em pH 6,1 a 7,0.

Também para vasos podemos usar o mesmo substrato, neste caso mantendo a proporção de 4 porções de húmus para 1 de areia mais 3 colheres de farinha de ossos e 2 colheres medida de adubo granulado.
Revolver bem em balde antes de empregar.

Para fazer a propagação de gerânios, usamos estacas de ponteiro com até 10 cm de comprimento, colocando em areia, vermiculita ou casca-de arroz carbonizada, mantidos úmidos, podendo cobrir o recipeinte com saco de plástico transparente para não perder a umidade.

A melhor época de realizar a estaquia é durante o inverno e obtemos resultado em cerca de 15 dias.

Preparar o vaso colocando brita, cacos de tijolos ou manta geotêxtil no fundo e por cima areia úmida para garantir a drenagem. Colocar então o substrato recomendado e transplantar para vasos com a mistura recomendada, cuidando para não danificar as raízes. Preencher com mais substrato, apertar de leve para fixar e regar. Deixar em local arejado, iluminado, mas sem sol direto. Quando estiver para iniciar seu florescimento poderá levar para canteiros preparados , com espaçamento de 0,50m para que possa desenvolver sua forma adequadamente.

Curiosidade

O gerânio é muito cultivado também para a produção de óleo essencial, obtido a partir das suas folhas pelo sistema de arraste a vapor.

O óleo de gerânio tem odor de rosas e é empregue na perfumaria para confecção de perfumes e sabonetes.

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Como Cuidar de Violetas!

As violetas,  não são as flores mais perfumadas, mas são preferência nacional por serem simples de cuidar e muito coloridas.

Usar Vaso de Barro

Embora as violetas sejam normalmente comercializadas em vasos de plástico, o ideal é que elas sejam plantadas em vasos de barro. Esse tem a vantagem de absorver o excesso de água e permitir que as raízes da planta “respirem” adequadamente. Vale lembrar que as violetas são plantas muito sensíveis ao excesso de umidade, chegando muitas vezes a sofrer ataques de pulgões quando em ambientes muito úmidos.

Manter Longe do Sol

As violetas são flores de vaso por excelência, tanto que não suportam luz solar direta e devem ser mantidas rigorosamente à meia-sombra. Embora sejam plantas que não gostem de muita luz, não devem permanecer em recintos fechados por muito tempo, pois suas folhas vão ficando amareladas e as raízes podem sofrer o ataque de fungos.

Precisa Replantar?

Assim como outras flores de vaso, depois de alguns meses a violeta pode crescer ao ponto de preencher todo o vaso  precisando, nesse caso, de uma muda.

Para verificar se a flor precisa ser transferida de vaso, basta retirar um pouco de terra rente a borda do vaso. Se ao retirar uma fina camada da superfície você perceber que o interior do vaso está tomado pelas raízes da planta, está mais do que na hora de passar a violeta para um vaso maior.

Para tanto, retire com cuidado a planta do vaso atual – tomando cuidado para “descolar” as raízes do vaso. Faça uma poda nas extremidades das raízes que estiveram em contato com o vaso.

Antes de replantar a violeta no novo vaso, insira alguns pedriscos e pedaços de cerâmica no fundo do vaso, para facilitar a drenagem da água. Use também terra vegetal com húmus, que são ricas em nutrientes essenciais para essas plantas.

Preencha metade do vaso com a mistura de terra e húmus, insira a violeta, e preencha o restante do vaso. Ao preencher o vaso com a mistura de terra, tome o cuidado de não encostar os caules mais próximos da terra.

Esses são apenas alguns cuidados que devem ser tomados com as violetas, para que essas flores continuem sempre coloridas e viçosas.

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Como cuidar de orquídeas!

Ao contrário do que muita gente pensa, essas flores maravilhosas são resistentes e não precisam de tantos cuidados. Aliás, o excesso de zelo pode até prejudicá-las.

Vejam as orientações:

-As orquídeas devem ficar num local com boa luminosidade, mas não diretamente ao sol nem expostas a muito vento. Dica: procure um lugar da casa onde você se sinta bem para ler um livro. A orquídea vai gostar desse local.

-A escolha do vaso é muito importante, pois a principal causa de morte das orquídeas é o uso de vasos inadequados aliado ao excesso de água.Vasos de cerâmica com furos são uma boa opção, pois absorvem parte da umidade e permitem que as raízes fiquem arejadas. Já os vasos de plástico dificultam a aeração e evaporação da água, tornando o ambiente propício para o desenvolvimento de fungos e bactérias. Esses micro-organismos prejudicam e podem até matar as plantas.

– Evite pratinhos debaixo dos vasos e prateleiras não vazadas, pois eles dificultam a escoação da água e a aeração das raízes.

– Orquídeas não gostam de terra, use substratos produzidos com fibra de coco, casca de pinus e carvão.

– A irrigação da planta varia de acordo com a umidade da região. Uma dica é colocar o dedo no substrato da orquídea para sentir se ele está seco ou úmido.

– Quando for viajar, não encharque a planta de água, pois ela sobrevive melhor com a falta de água do que com o excesso.

– No calor e em regiões quentes, o ideal é molhar as orquídeas no final da tarde. Já no frio e em regiões frias, as plantas devem ser molhadas mais cedo para evitar que a água acumule nas folhas, congele com a baixa temperatura e cause algum dano à planta.

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Quando trocar os vasos das plantas?

Essa é uma dúvida recorrente? Pois saiba que as plantas é que dão o sinal para a troca.

 Olhe só como elas se manifestam:

Quanto aperto!
As raízes começam a transbordar e surgem rachaduras no recipiente. Se a planta parou de gerar brotos mas você não a trocou de lugar nem esqueceu de regá-la, está na hora de comprar um vaso mais espaçoso.

Olho na terra
Surgem resíduos esbranquiçados no solo. Isto comprova que a terra já perdeu todas as propriedades nutritivas ou que está sendo adubada em excesso.

Dica de recipiente
Invista em vasos de fibra de coco. Eles são maleáveis, resistentes e de boa duração. São bem arejados e, quando molhados, retêm a umidade, que é passada aos pouquinhos para a terra.

 

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Cuidados com o Lírio!

O lírio em vaso requer um local com boa iluminação, evitando o sol nas horas mais quentes do dia. Não deixe o substrato (a terra do vaso) secar completamente, molhando sempre que necessário, até que água saia pelos furos de drenagem do vaso; mas evite que a água se acumule no pratinho. Para fazer com que o lírio em vaso floresça novamente, o procedimento é complicado e não é garantido o sucesso. Quem desejar tentar, deve seguir uma série de passos:

  • Após a morte das flores, continue regando o lírio por mais 3 meses, depois pare de colocar água e espere que as hastes sequem completamente;
  •  Uma vez que as hastes estejam secas, retire os bulbos do vaso, coloque-os em um saco plástico perfurado, preenchido com material inerte (perlita, por exemplo) úmido. Coloque este saco plástico com os bulbos na parte menos fria da sua geladeira (onde são colocadas as verduras) e deixe lá por cerca de 4 meses. Cuide para manter os bulbos úmidos. Evite choque entre os bulbos e também o choque dos bulbos com outros objetos, pois há perigo de machucar os bulbos e os ferimentos são portas para a entrada de doenças.
  •  Passados os 4 meses, retire os bulbos da geladeira de plante-os. Deixe nos primeiros 10 dias em local bem fresco e arejado. Quando os brotos estiverem surgindo, leve o vaso para um local bem iluminado. Regue sempre que a terra estiver seca.
  •  Se tudo der certo, entre 2 e 3 meses os bulbos florescerão.

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Cuidados com a kalanchoe!

Kalanchoe, também conhecida como “gordinha” em virtude de suas folhas carnudas. É uma planta rústica que produz abundante floração, com as pequenas flores agrupadas em buquês, nas cores rosa, laranja, amarela e vermelha, dependendo da variedade.  Quando adulta, alcança até 30 cm de altura.

  •  Época de floração: entre o final do outono e início da primavera.
  •  Reprodução: Para obter novas plantas a partir de um vaso de kalanchoe, é só usar os brotos que surgem nas bordas das folhas adultas.
  • Solo: O ideal é o solo solto, poroso, drenado e rico em matéria orgânica. Para o plantio em vasos, recomenda-se a seguinte mistura: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia.
  • Cultivo: O clima adequado para o cultivo é o quente e úmido. Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. As regas no inverno devem ser espaçadas, pois o excesso pode provocar o apodrecimento das raízes. Para que o kalanchoe cresça forte e produza folhas com um leve tom avermelhado, devemos tentar reproduzir as condições de seu ambiente de origem, ou seja, colocar o vaso onde possa receber sol e vento.
  • Adubação: Para estimular a floração, recomenda-se uma adubação anual com farinha de osso, torta de mamona e um fertilizante de fórmula NPK, com porcentagem maior em P (fósforo).
  • Podas: A planta não exige podas complicadas, mas para manter o visual decorativo, retire as hastes à medida que as flores vão murchando.
  • Cuidados: É uma planta razoavelmente rústica e se as suas necessidades básicas forem atendidas, dificilmente surgirão problemas como ataque de pragas ou doenças.
  • Dicas: Mesmo não estando florido, o kalanchoe é de grande valor ornamental, pois suas folhas permanecem bonitas durante todo o ano e, recebendo boas doses de luz solar direta, adquirem um tom avermelhado, criando um efeito interessante em jardins ou floreiras.

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Como combater formigas no jardim naturalmente?

1. Espalhe sementes de gergelim no canteiro ou no caminho das formigas; este produto é considerado um ótimo repelente.

2. Em caso de árvores ou arbustos, procure amarrar no tronco um pano recheado de pimenta vermelha. Há quem diga que as formigas detestam o cheiro deste tempero.

3. Outra forma bem eficiente é amarrar um pano melado com graxa. As formigas ficam presas ali e rapidamente aprenderão que se trata de uma armadilha, não subindo mais no tronco.

4. No caso de hortaliças, pincele suco de limão nas folhas.

5. Procure plantar algumas espécies floríferas que funcionam como um perfeito repelente natural como a hortelã e a calêncula.

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 Dicas para cada tipo de planta

  • Azaleia: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;
  • Begônia: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se melhor a ambientes internos;
  • Bromélia Fasciata: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;
  • Chrisanthemum: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;
  • Gerbera: Gosta de muita luz e pode ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;
  • Girassol: Gosta de muita luz e pode ficar diretamente exposto ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;
  • Hortênsia: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; a flor deve ser pulverizada com água; adapta-se a ambientes internos e externos;
  • Lírio da Paz: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; as folhas devem ser pulverizadas regularmente; adapta-se a ambientes internos e externos ;
  • Orquídeas (catyléa, dendobrium, cymbidium, oncyndium e phaleanopis): Gostam de muita luz, mas não devem ficar diretamente expostas ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que sequem um pouco a cada rega; adaptam-se a ambientes internos e externos;
  • Tulipa: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos;
  • Violeta: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos;

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Sugestões úteis e dicas para prolongar a vida de rosas

  • Os cabos das rosas devem ser cortados em um ângulo de 45º com uma faca afiada e limpa (não tesouras!) o mais breve possível, após o recebimento do arranjo.
  • Os cabos das rosas devem ser cortados debaixo de água se possível, caso contrário eles devem ser colocados em água assim que forem cortados para eliminar o ar que é apanhado no talo durante o corta. Assim a água subirá com maior rapidez evitando que a flor se incline.
  • Toda a folhagem acumulada debaixo da água deve ser removida porque ela apodrece na água e lança bactérias prejudiciais a saúde da planta.
  • Uma vez que elas são organizadas em um vaso, as rosas devem ser borrifadas com água pelo menos duas a três vezes por dia.
  • Confira o nível de água diariamente. Rosas bebem mais nos 2º, 3º e 4º dias do que em outros momentos. Mantenha o recipiente cheio de água até o topo.
  • Deve-se optar por arranjos com rosas mais abertas, pois botões fechados são mais difíceis de abrir no decorrer do tempo.
  • Adubos líquidos são essenciais para a vida das flores (foi provado que estendem a vida de flores frescas).
  • Se uma rosa murchar prematuramente remova-a do arranjo. Recorte o talo debaixo da água e coloque a rosa inteira submersa dentro de água morna até que reviva (aproximadamente duas horas).

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O que fazer quando receber uma planta em vaso?

  • Cada planta tem uma necessidade diferente: rega, luminosidade, adubo e pulverização… contudo todas devem ter algumas necessidades básicas atendidas para sobreviverem;
  • Procure em lojas de jardinagem adubos apropriados para a planta recebida. Normalmente o adubo deve ser posto uma vez por mês;
  • Não molhe as flores quando for pulverizar a planta;
  • Evite acúmulo de água no pratinho, isto pode causar apodrecimento das raízes e morte das plantas;
  • Faça a limpeza constante das plantas retirando folhas velhas, secas e doentes;
  • Nunca encharque a terra ou substrato da planta, é preferível um maior número de regas com menor quantidade de água a poucas regas com abundância de água;
  • Para saber se está na hora de molhar, coloque o dedo no substrato da planta pressionando-o. Se o dedo ficar sujo com partículas aderindo não precisa molhar. Se o dedo ficar praticamente limpo, apenas com uma poeira seca, é hora de regar;

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O que fazer quando receber um buquê?

    • Antes de colocar as flores na água, retire das hastes as folhas inferiores que possam ficar em contato com a água do vaso;
    • Corte 2 cm da base da haste em diagonal;
  • 1. Os cortes devem ser feitos assim que receber as flores e a cada troca de água;
  • 2. Utilize uma tesoura de poda ou estilete bem afiados, para não provocar o
  • esmagamento dos canais de absorção da haste floral;
  • 3. É melhor que estes cortes sejam feitos com a parte da haste a ser cortada dentro da
  • água, evitando assim que se formem bolhas de ar nos canais de absorção;
  • Sempre utilize água fresca e troque-a diariamente;
  • É aconselhável utilizar produtos conservantes ou hidratantes na água (encontrados nas lojas de produtos e acessórios para flores e plantas);
  • O vaso deve ser mantido sempre limpo e em local fresco e arejado;
  • Quando receber um arranjo:
  • Mantenha o arranjo em um local arejado evitando ar condicionado, exposição direta ao sol, aquecedores ou vento forte;
  • As flores e folhagens são espetados normalmente em espuma floral, o que prolonga a vida da flor. Mesmo assim, diferentes flores não possuem a mesma durabilidade. As que forem murchando primeiro devem ser cuidadosamente retiradas para que não prejudiquem a duração das outras;
  • A espuma floral deve ser molhada constantemente;
  • Rosas e folhagens verdes gostam de ser borrifadas com água, outras flores não devem ser borrifadas;

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